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Qua, 22 de Abril de 2009 14:09

BRASÃO DO MUNICÍPIO DE MATIAS BARBOSA.


 

 DESCRIÇÃO 

1 –  O Escudo:

Escudo português ou ibérico, de uso predominante na heráldica de Domínio no Brasil, evocar nossas remotas origens lusitanas contendo os seguintes elementos:

 

1.1 –  Chefe (parte superior):

Sobre onduladas montanhas de Sinople (verde), que simbolizam a paisagem da terra mineira, observa-se:

 

1.1.1 - Uma faixa de jalne (ouro) evocando o Caminho Novo, primeira via de penetração que passou pela região onde selocaliza o Município, para a ligação entre o Rio de Janeiro e as regiões de mineração. A faixa estreita-se quando atinge a Capela de N. S. Da Conceição do Registro do Caminho Novo, lembrando o Registro que existia na fazenda de Manuel do Vale Amado, ponto de parada obrigatória para fiscalização. Em 1781 foi concedida a Tiradentes a patente de Comandante da Patrulha do Caminho Novo, por três anos.

 

1.1.2  – No centro, uma reprodução da fachada da capela antes mencionada, único e último testemunho da século XVIII na área, posto que construída em 1777. Nela fizeram suas orações os inconfidentes que passavam pelo local, aprisionados, em sua viagem para o Rio de Janeiro. Na ocasião o inconfidente Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade,agradecendo a hospedagem e oportunidade de orarem na capela.

 

1.1.3 – À destra, um escudete de prata carregado de um gibão de bandeirante de goles (vermelho), em homenagem aos bandeirantes abriu a picada do Caminho Novo.

 

1.1.4 – À senestra, um escudete de prata carregado de um triângulo de goles (vermelho) evocando a figura de Tiradentes, que possuía três fazendas na região onde hoje se localiza o Município, assim como os inconfidentes pernoitaram na Fazenda de Manuel do Vale Amado e fizeram suas orações na capela.

 

1.2 – Campo Principal:

De goles, com as seguintes representações:

 

1.2.1 – Uma representação da Ponte do Zamba, de prata, em sua apresentação primitiva, ( superestrutura de madeira ) e os pilares em pedra ( ainda os primitivos). A escolha desta se deve aos seguintes motivos:

Foi construída para a Estrada do Paraibuna, por Henrique Guilherme  Fernando Halfeld.

 

Foi aproveitada pela estrada União e indústria em seu trajeto, empreendimento de Mariano Procópio Ferreira Lage. Sendo assim, a Ponte do Zamba sintetiza duas das três estradas que contribuíram para o progresso da região. A outra seria o Caminho Novo, já mencionado. 

 

1.2.2 – Sobre a ponte um carroção para transporte de café da Cia União Indústria, tirado por duas mulas, todo o conjunto em jalne (ouro) por ter sido o café a principal riqueza da região,o “ouro verde”, sendo os sacos de café representados na sua cor.

 

1.2.3 – O Rio Paraibuna é representado esquematicamente em faixas onduladas de sable (negro) e prata. É sabido que o vocábulo indígena Paraibuna (para + iwa + uma), segundo Antenor Nascentes, significa “rio imprestável e escuro” ou “negro”.Sua importância vincula-se á sua utilização como via de penetração dos bandeirantes, roteiro do Caminho Novo, da Rodovia União e Indústria, da Estrada do Paraibuna e da Estrada de Ferro D. Pedro II.

 

1.3 – Ponta:

De sinople (verde), carregado de uma cabeça de gado vacum em prata, ladeada de 2 espigas de milho granadas de jalne (ouro). O conjunto simboliza a economia agro-pastoril do município, onde a terra verdejante, irrigada pelas águas do Paraibuna, propicia a agricultura e a pecuária.

 

2 – Elementos externos:

 

2.1 –  Coroa mural de prata, de oito torres, sendo cinco aparentes, símbolo heráldico dos municípios com categoria de cidades. Forrada de goles, mostra pelas portas abertas a vocação da cidade em acolher a todos os  que buscam abrigo e segurança.

 

2.2  – Suportes: Ramos de café frutados, evocando a atividade econômica mais importante da região até este século.

 

2.3 – Listel de goles (vermelho), com as seguintes inscrições em

jalne (ouro). À destra: 1709 – Ano em que Matias Barbosa recebeu a sesmaria que corresponde no território onde hoje se situa cidade e lhe dá o nome. À senestra: 1923 – Emancipação do município, 7/9/1923, separando-se de Juiz de Fora.

Centro: Matias Barbosa – O nome do Município.

 

OBSERVAÇÃO:Para fins de impressão, as cores ouro e prata podem ser substituídas por amarelo e branco, respectivamente. A coroa mural pode ser representada em tonalidade cinza-claro. Concepção e desenho: Professor Newton Barbosa de Castro 

 

Lei nº 663 de 21 de setembro de 2001 – Dispõe sobre a forma e apresentação do símbolo, brasão e bandeira do município de Matias Barbosa, revoga a Lei nº 240 de 27 de março de 1986 dá outras providências.


 

Última atualização em Qua, 27 de Abril de 2011 11:33